Arquivo de agosto, 2010

 

Cena de cinema,

desenho mágico sob o sol,

  a poesia 

no sorriso da moça,

o seu espraiar-se,

a sua graca.

Espiei sem querer

a sua felicidade,

abraçada ao seu amor,

contando com o vento

a lhe compor duetos.

A avenida nunca mais

será a mesma.

Quando atravesso

olho pros lados e

 escuto a brisa sorrindo:

é tempo dos amantes.

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E tem mais…

Censura nunca mais !!!

Publicado: 29/08/2010 em Poesia

SONETO LXX
Se te censuram, não é teu defeito,
Porque a injúria os mais belos pretende;
Da graça o ornamento é vão, suspeito,
Corvo a sujar o céu que mais esplende.
Enquanto fores bom, a injúria prova
Que tens valor, que o tempo te venera,
Pois o Verme na flor gozo renova,
E em ti irrompe a mais pura primavera.
Da infância os maus tempos pular soubeste,
Vencendo o assalto ou do assalto distante;
Mas não penses achar vantagem neste
Fado, que a inveja alarga, é incessante.
Se a ti nada demanda de suspeita,
És reino a que o coração se sujeita.

William Shakespeare

 

PS – A censura é o imposto da inveja sobre o mérito.

Laurence Sterne

Isso foi antes do Ministro Ayres Britto liberar o humor na política. Aí Marcelão. O Casseta está em paz. E viva a Rede Grobo. Né não?

Mas como diriam os guerreiros vermelhos. No passarão. Camboio de felas.

Só agora revendo as mensagens pude ler e postar os vídeos. João o madrugador:

E adespois outra belezura:

Vamos por partes. Como diria o trocadilho infame de Jack o estripador.

Invasão de dados na Receita Federal. Quebra de sigilos de “personalidades do tucanalhato escroto paulista”.

Nós não somos personalidades também meu nobre amigo? Então e nossos dados estão bem preservados? Te digo mais na frente.

A Veja. Ah como eu espero a Veja! Não traz nada na capa. Dentro , o mesmo peixe podre.

Sabe como todos abordam esse factóide da Receita Federal? Como factóide mesmo.

Vamos a prática corporativa, comparando com o nosso querido B.B.

Todos nós lembramos na eleição passada, da quebra de sigilo bancário de diversas “autoridades  da política nacional” feita por uma agência do BB que funciona dentro do Congresso Nacional. Sim, aquele mesmo. O imenso balcão de …

Bem, um aloprado safado. Funcionário do BB, saiu pegando extrato de tudo que é de-puta-do e sena-dor e mandando ver para a turma que havia lhe comprado. Percebeu meu amigo?

Eu sou um peão de merda no banco. Um dinossauro. Uma puta velha.

Mas, se estiver em dia de fúria, como no famoso filme e resolver me lascar de vez, é só ir acessando uma porrada de contas e depois esperar a cadeia e a demissão.

Que foi o que aconteceu com o zé roela do BB lá em Brasília.

Quebra de sigilio bancário além de não pagamento de pensão alimentícia, são certeza de cadeia no ato. Com a palavra nosso amigo Arsênio.

E a Receita?

Na 25 de Março, isso está escrito em carta que fiz a Receita Federal, por isso posso postar no blog sem hipocrisia, existe camelô vendendo banco de dados de CPFs. Livremente. Faz tempo.

Pegaram o Imposto de Renda do zé mané aqui e colocaram que eu recebi honorários de um escritório em São Paulo e de uma empresa também em São Paulo. Mesmo me defendendo, mesmo eles interpelando essas empresas (que descobri eram de fachada) até hoje ainda rola essa zona no meu IR.

Veja só o que um cidadão tem de passar no Brasil.

Agora o mesmo caso se aplica a essa duas alopradas safadas. Se Lula estivesse por baixo. Dilma caindo feito Serra podre, nem assim se justificaria tal patifaria na quebra do sigilo fiscal.

O que existe é puro desespero meu amigo. Puro desespero.

Em matéria de maldade, de torturar o povo, o PSDB não tem prá ninguém.

Já em matéria de corrupção eu fico calado. Dá empate técnico. Noves fora a privataria de FHC.

Agora, como ser Jornalista é bom prá caralho, a melhor profissão do Brasil, fica valendo o escrito. Como no jogo do bicho.

Nós se escrevermos qualquer coisa é pau, cipó e peia no lombo.

Jornalistas de um lado e do outro, arreiam a madeira e destroem qualquer reputação em poucos minutos. E depois?

Lembra o caso do ministro da saúde o Alcides? Aquele do caso da compra das bicicletas para o combate a dengue?

Pois é, o cara era inocente. Foi trucidado. Depois inocentado. Qual foi a importância da absolvição dele? Vende revista, vende jornal? Não.

E o caso da Escola Base?

Sem comentários.

Prá mim, até prova em contrário, todo jornalista é filho da puta. Poucos se salvam.

Todos são jabazeiros. E por tabela, nós é que pagamos o jabá deles.

Por isso acredito um taquinho em Dilma. Taquinho menor em Marina que cada vez mais prostitui o evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, usando o seu santo nome em vão nos palanques. E em Serra, eu acredito piamente, totalmente, que ele não vale uma cocada podre.

Vou votar em quem? Resta Plínio. Meu amigo, quase da minha idade, um cara lúcido, cheio de propostas e pronto prá governar o Brasil. Mas com um minuto ele não se elege nem prá Marcolândia. Mais um minuto e ele abotoa o paletó.

Então eu vou com o chefe. E a Presidenta é Dilma.

E o sigilo quebrado deve ser apurado internamente com rigor. E não explorado politicamente como fazem esses imbecis jornalistas soldadinhos tucanos.

Afinal, pegue o nome dos caras todos. Qual a importância deles? \ZERO\

Se quebrassem o sigilo da filha de Serra, de FHC ou THC como nos lega o mestre André, se quebrassem o sigilo de Lulinha, de Dirceu, dos Marinho, se arrombassem de vez com Daniel Dantas, com Gilmar Mendes, com os Civita, o Otavinho Frias e uma cambada de escrotos, a gente ia saber um bocado de coisas, mas estava errado.

Se é sigilo só pode ser quebrado por autorização judicial.

E então…

PS – Eu sou do tempo em que quebrar sigilo lá em Yellow House era pular o quintal do vizinho prá saber se as mangas estavam maduras e correr do fiscal (normalmente um vira lata invocado). Como as coisas mudam. Prá pior.

PS II – Escapei fedendo de um tiro de sal gentilmente cedido por um generoso dono de uma casa com um quintal extraordinário. Até hoje quando pego num saleiro…

Cala a boca William Waack…

Publicado: 28/08/2010 em Poesia

Esse é o jornalismo boca de fossa da Rede Grobo, que nós faz de bobo, ou tenta fazer desde o tempo dos milicos dos coturnos sinistros e noturnos. Serrote, desesperado, foi bater à porta do clube da Aeronáutica. Não deixou a imprensa entrar.
Esse candidato é de fazer tremer Hugo Chavez com certeza.
Livrai-nos senhor da sanha tucana, ditatorial e nazi-facista.
Censura nunca mais!!! O fusca apoia essa idéia.

Vai um brinde prá vocês desse boca podre:

do blog Tijolaço do BRIZOLA NETO. 

Os gráficos da derrocada de Serra

Como prometi mais cedo, posto os gráficos da pesquisa Ibope/Estadão, já que o jornal paulista não os colocou na sua edição online e quero dar minha modesta ajudinha para  que o Jornal Nacional também os mostre na televisão, hoje à noite. A simples visão das linhas de desempenho dos candidatos mostra que, sem fatos poderosíssimos – e não apenas com umas armaçõezinhas de mídia – há uma tendência irresistível a que a diferença se amplie ainda mais. Se o argumento é o de que a TV e a identificação de Dilma como a candidata de Lula são as razões da subida, sabendo que 43% ainda não viram os programas eleitorais e ainda 12% não a identificam como a candidata de Lula, que não venham com “jeitinhos” para segurar o despencar do Serra.

Brizola Neto.

Meus olhos não me enganam: 

o vermelho no asfalto 

são  luzes de emergência,

essa fieira de luas, estrelas e sóis

são vidros estilhaçados,

  dos faróis solitários.

Nessa espera abro a janela:

a alma foge ,

o coração lateja ,

o silêncio anoitece.

Nasce agora,

                                                        sem nenhum alento,

 o verso quebrado

do esquecimento.

PS – Velocidade x pressa. Angústia x álcool. Trânsito x vida. Carro x gente. Tudo contrário. Mais difícil do que se imagina. Poema não é fazer pão. Esse foi feito moendo a alma. Dentro de uma lata. Parado. Mas o que se move é a mente. O combustível é o coração. E então…

O Legado e a Dignidade do Dinheiro.

Publicado: 26/08/2010 em Poesia

Essa crônica é dedicada ao irmão Arsênio Meira Filho, em função de um telefonema hoje a tarde, que muito me comoveu.

Cabe no coração de todos os amigos do Fusca. Com certeza. E espero que compreendam.

Mas o depoimento de Arsênio foi um torpedo, um petardo. Um poema de Drummond:

Até Jesus ensina na Bíblia, que o dinheiro pode ser santo, desde que ganho com o suor do rosto e que o apego e o amor a este mesmo dinheiro deve ser evitado, pois é  causa de perdição.

Aristóteles, Platão, Confúcio, Buda, todos os nossos poetas queridos que pudemos postar no fusca. Todo mundo encara a grana, a sobrevivência e enxerga coisas boas no dinheiro ganho honestamente.

O nosso esforço diário. As horas longe da família. Os dias apressados. As noites mal dormidas. As insônias. Os porres.

Sempre tem o pão, a casa, a existência e o estômago cobrando suas faturas intermináveis.

E dessa forma legamos dos nossos pais um tesouro que, não existe nos cofres dos bancos.

Também legamos a dignidade de  como eles sobreviveram as fraquezas e em face de qualquer tempo, adversidade, fartura, não deixaram se enredar nas teias mal construídas pelos que entendem que o dinheiro é o fim de tudo, quando na verdade, meu irmãos, vocês sabem melhor do que eu, ele é apenas um meio.

Um belo meio. Elegante. Um excelente servo. Um péssimo patrão.

E depois de cumprirmos o pedágio dos 35, 40, 50 anos de “lavoro” assentamos praça na aposentadoria e contamos os réis coados que nos sobram. Ás vezes até um bom bocado.

Mas, que tenha servido para melhorar o mundo, fazer justiça, saciar a fome dos que amamos e dos que encontramos no caminho. Que seja instrumento da verdade e não de poder, arrogância e orgulho.

Pois no final tudo é paz e um imenso perdão. Assim espero poeta. Pois não conheço banco do outro lado. Nem transações possíveis que transfiram esses “denaros” para o outro lado da margem.

A grande riqueza é o amor sem fronteiras. Sem limites. O amor que não tem câmbio disponível a não ser para outro amor. De irmão, de pai, de amigo, de filho, de marido, de esposa. O amor arretado.

E mais não digo. Porque na ida de vez, quando a fruta está madura, a gente sai liso e rico. Mas rico justamente desse amor infinito e indestrutível.

Amém.

 

E o seu pai é hoje uma pessoa melhor, bem melhor, com certeza porque na sua companhia a vida tem sido uma extraordinária e desafiante aventura.

Te amo.

Beijão do teu pai.

A família em festa em plena quarta-feira. Essa é a notícia. Essa é a grande alegria.


A menininha cresceu. Mas continua o meu bebezão no coração.

Sempre e mais do que sempre.

PS – E seu irmão Daniel, envia agora de noite este belo vídeo em sua homenagem. Amém.

E sua mãe Ana Luiza arrebenta com essa linda/eterna/extraordinária música. Beijos, beijos, beijos. Sweet girl.

Com a provável vitória de Dilma, seja no primeiro ou no segundo turno.

Com o PSDB atirando no próprio pé. Serra faz a campanha só somente só. FHC vive nas trevas. Resta Alckmin. Com o nariz de duquesa de Windsor. Fica quem nos tucanalhas?

Aecinho? Pó de queijo? Ops pão de queijo? Veremos.

Com o DEMO se estilhaçando e abandonando o navio. Vade retro…

Saindo o PMDB e o PT provavelmente bem maiores e formando uma bancada governista majoritária. Congresso na mão mermão. Vixe Maria…

Sem uma oposição forte em função dessas variáveis acima. Aliás, sem algo que possamos prever que seja oposição. Vai ser mais um bando de felas buscando voltar as tetinhas. Pois muitos não se reelegerão. Vade Agripino, Arthur Virgilio e caterva. As urnas são cruéis.

Fica a indagação: Dilma do Chef vai Chavear, Evomoralear, Fernandoluguear??? Ou vai Dilmar?

Ou não? Caetano que se lasque…

 

PS – Não há nada de errado com aqueles que não
gostam de política, simplesmente serão
governados por aqueles que gostam.

Platão

 

PS TOITIÇO – Nada mais cretino e mais cretinizante do que a paixão política. É a única paixão sem grandeza, a única que é capaz de imbecilizar o homem.

Nelson Rodrigues

Meus irmãos de copo e de cruz alvi-rubra. E ora pois, rubro-negra.

Logo ali, na terra de Drummond, o maior poeta da nossa língua, o vosso fuscopoeta foi tomar umas com feijão tropeiro, torresmo e queijo.

No mercado central.

No bolão, comando um filé rochedão. Me senti no mercado de S.José.

Terra boa, 16 graus.

No toitiço.

De volta novinho em folha e umas garrafas de cachaça mineira conservada em barris de umburana.

E então.

A Tribuna Livre continua.

Olhem as fotos:

Negociando a compra das cachaças.

Com irmã Ângela, my sweet girl.

Os sobrinhos e a cumadre tomando um chopps e uns petiscos no Mercado Central.

O bar de Cruzeirenses e eu de atleticano. Coragem de Timbú da porra.

A guerra para entender uma cidade planejada e seus milhões de cruzamentos. Depois chegar, andar, chegar e morrer no mercado. E punto e basta.

Fica parecendo album do Orkut do cara com uma camisa só.

Os seis irmãos reunidos e o jovem casal Thiago e Cecília.

Todo o amor desta vida aos noivos. Eles merecem.

E mais não digo. Só digo que esses momentos se eternizam e são do kct e fazem a vida valer a pena.

E dizem.. as boas línguas… que Minas é terra de mulher bonita.

Juro que não reparei…

PS – 

Amar
1960 – ANTOLOGIA POÉTICA

Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar,desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.

Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.

 

15/08/2010 09h18 – Atualizado em 15/08/2010 11h27

Consumidor já paga plástica e reforma de casa por consórcio

Nos consórcios de serviços, 30% usam carta para saúde e estética.
Valor da carta de crédito varia de R$ 2 mil a R$ 38 mil.

Anay Cury Do G1, em São Paulo

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Michelly, que participou de um consórcio de serviço Michelly, que participou de um consórcio de serviço
(Foto: Arquivo pessoal)

Sem renda fixa nem carteira assinada, a estudante Michelly encontrava dificuldades para realizar seu sonho: fazer uma cirurgia plástica.

“Qual banco faria um empréstimo para uma estudante que não tem renda fixa nem carteira assinada?”, justifica Michelly Karoline Silveira, 21 anos, que está no terceiro ano de nutrição em uma faculdade de Campinas. A saída foi recorrer ao consórcio, uma forma de financiamento que tem crescido nos últimos meses, depois que grupos para pagamento de serviços começaram a ser oferecidos.

Assim que a nova lei dos consórcios entrou em vigor no país, em janeiro do ano passado, permitindo que as cartas de crédito dos consórcios pudessem ser usadas para financiar qualquer tipo de prestação de serviço, a estudante percebeu que não teria de esperar pela sua formatura e pelo seu primeiro emprego com registro em carteira para pagar sua prótese de silicone nos seios.         

“Entrei em um grupo de 36 meses, mas consegui juntar um pouco de dinheiro e dei um lance. Seis meses depois, consegui a carta de crédito. Penso agora em entrar em um consórcio para comprar um imóvel. Como moro com os meus pais, não tenho pressa para comprar o bem. Nesse caso, o consórcio acaba sendo realmente muito vantajoso.”  

“Qual banco faria um empréstimo para uma estudante que não tem renda fixa nem carteira assinada?”
Michelly  Silveira

Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), de janeiro a junho deste ano, o volume de negócios chegou a R$ 28,5 bilhões, valor 33,2% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, R$ 21,4 bilhões.

Até maio, eram 25 as administradoras que ofereciam grupos de serviços. Nos cinco primeiros meses do ano, de acordo com a associação, 29,4% dos consorciados sorteados utilizaram sua carta de crédito nas áreas de saúde e estética, 15,2% para festas e eventos, 8,9% em turismo e 2,9% em educação. Hoje, há no país cerca de 4.600 consumidores em grupos de consórcios de serviços, e o valor do crédito varia de R$ 2.000 a R$ 38 mil.

Gilvane Oliveira entrou em um grupo para pagar uma lipo e um implante de siliconeGilvane Oliveira entrou em um grupo para pagar uma lipo e um implante de silicone (Foto: Daigo Oliva/G1)

“Para quem quer imediatamente um bem, o consórcio não é vantajoso. Mas se a compra puder esperar, é a melhor saída quando comparado às condições de financiamento do mercado”, disse o presidente executivo da associação, Paulo Rossi.. 

A principal cobrança das administradoras, que tem maior peso sobre as parcelas, é a taxa de administração. No caso dos grupos de serviços, a taxa média observada no mercado é de 0,5% ao mês, considerando o prazo de 36 meses, segundo a Abac.

Para a administradora de empresas Gilvane Oliveira dos Santos, 29 anos, que disse ter esperado “quase uma vida inteira” para ficar satisfeita com seu corpo, aguardar um ano e meio para ter em mãos uma carta de credito e pagar sua cirurgia plástica não foi nada.  

“Fiz a melhor escolha ao procurar essa modalidade de crédito e fugir dos juros cobrados pelos bancos e pelas financeiras”, disse Gilvane, que, além de uma lipoaspiração, colocou prótese de silicone nos seios.

Depois de ter sido sorteada em menos de um ano, Gilvane agora faz planos para comprar um carro e fazer uma viagem internacional. “É muito bom você poder pagar seus gastos do seu jeito. Foi assim que eu me senti”, afirmou a administradora.

Fonte: Portal G1. Globo.com

19/08/2010

Brasil cria 182 mil vagas formais em julho e bate recorde no acumulado do ano

THAIS BILENKY
DE BRASÍLIA

Atualizado às 15h09.

A geração de empregos formais no país atingiu 181.796 novas vagas em julho, o segundo melhor desempenho para o mês da série histórica. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) e foram divulgados nesta quinta-feira.

De acordo com o Ministério do Trabalho, o índice fica atrás apenas de julho de 2008, quando foram geradas mais de 200 mil vagas.

O emprego formal no país vem registrando alta desde janeiro, e acumula saldo de 1.655.116 novos postos com carteira assinada no ano, recorde da série histórica, iniciada em 1991. O número é 5,8% maior que o registrado no mesmo período de 2008 (1.564.606 postos).

Os dados mantêm a expectativa de que, em 2010, sejam criadas 2,5 milhões de empregos formais. Com exceção de junho e julho, o ano bateu recordes em todos os meses.

“A adequação de junho e julho é muito positiva. É que nós estamos mal-acostumados. Mas nós vamos voltar aos números recordes a partir de agosto”, disse o ministro Carlos Lupi.

A meta do Ministério do Trabalho é diferente da estipulada pela Fazenda, de 2,2 milhões de empregos no ano. “A Fazenda é sempre mais conservadora”, comentou Lupi.

SERVIÇOS

O setor de serviços foi o que gerou mais empregos formais no mês passado: 61.606, a maior marca para julho da série. “É uma mão de obra que não exige, por enquanto, tanta especialização. A metalurgia exige e tem, por isso, um melhor salário”, explicou Lupi.

A geração de empregos na agricultura em julho (7.760 novos postos, ou 0,47% a mais do que no mesmo mês em 2009) se deve a atividades de serviço relacionadas à produção rural, como produção de frutas cítricas e uva, segundo o ministério.

A indústria de transformação gerou 41.530 postos, segundo melhor índice para o setor em meses de julho.

Fonte: UOL Notícias.

Com a economia estagnada, espanhóis lamentam ultrapassagem do Brasil

La economía española se baja del pódium

Editorial do jornal espanhol Expansión

17.08.2010

A economia espanhola aspirou durante muito tempo fazer parte do grupo das sete economias mais importantes do mundo, do todo-poderoso G-7, integrado pelos Estados Unidos, Japão, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Canadá.

Sobretudo durante o período do governo Aznar, tentou infrutiferamente usar a condição de oitava potência mundial para obter um assento no G-7.

Em 2007 o Banco da Espanha certificava que a economia espanhola era a sétima do mundo depois de ter desbancado o Canadá, mas tampouco o presidente Zapatero teve melhor sorte em suas reivindicações, por mais que se gabasse de que a economia espanhola estivesse entre as campeãs, que havia superado a da Itália em renda per capita e que em breve faria o mesmo com a da França.

Agora, a severidade com que a crise golpeou a economia espanhola e seus efeitos de contração do PIB nos distanciaram desta velha aspiração. Segundo os dados disponíveis, entre o primeiro trimestre de 2009 e o primeiro deste ano, o Brasil, com um PIB de 1,8 trilhão de dólares, desbancou a Espanha do oitavo posto, com um PIB de 1,5 trilhão.

O Brasil, cujo principal destino exportador é a China, sofreu apenas dois trimestres de crescimento negativo entre 2008 e 2009 e suas perspectivas de crescimento são de 7% para este exercício e de 11% para o próximo. Apesar disso, o Banco Mundial já estimava em 2008 que a economia espanhola ocupava a décima primeira posição do planeta, claramente abaixo do Brasil, se se comparasse as duas em termos de poder de compra.

Em todo caso, o dinamismo do Brasil contrasta com a paralisia da economia espanhola e com suas pobres perspectivas de recuperação, pois existe uma concordância generalizada de que há adiante um longo calvário de estagnação econômica. De fato, a tímida recuperação dos dois primeiros trimestres do ano, com a volta de baixas taxas de crescimento, poderá ser truncada na segunda metade deste ano.

O aumento do IVA, o enorme endividamento das famílias e a deterioração do mercado de trabalho, a falta de confiança e o eventual aumento dos impostos manterão inibida a demanda interna, motivo pelo qual a economia espanhola deve colocar todos os seus esforços em revitalizar seu setor exportador que, como em crises anteriores, pode ser o motor da recuperação.

Ontem se soube que as exportações espanholas tiveram aumento de 16,3% no primeiro semestre, o que é um dado que dá esperanças, mas ainda insuficiente para pensar que o setor exportador pode ocupar o lugar do consumo interno. A depreciação do euro e o vigor da recuperação em países da eurozona como Alemanha e França, importantes destinos de nossas exportações, oferecem um cenário favorável, que devemos aproveitar aumentando a qualidade e a quantidade de nossa oferta exportadora.

Fonte: Blog Vi o Mundo de Luiz Carlos Azenha.

Meu candidato. No toitiço.

Publicado: 19/08/2010 em Poesia

Serra o paulista mineirinho…

Publicado: 19/08/2010 em Poesia

A MARCHA DA HISTÓRIA

Eu me encontrei no marco do horizonte

Onde as nuvens falam,

Onde os sonhos têm mãos e pés

E o mar é seduzido pelas sereias.

Eu me encontrei onde o real é fábula,

Onde o sol recebe a luz da lua,

Onde a música é pão de todo dia

E a criança aconselha-se com as flores.

Onde o homem e a mulher são um,

Onde espadas e granadas

Transformaram-se em charruas,

E onde se fundem verbo e ação.