Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido. Fernando Pessoa

Publicado: 31/01/2015 em Poesia

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Que doidice pensei eu – saindo das redes sociais e retornando ao blog pelo livre expressar, pelo livre pensar e para fugir do politicamente correto.

Então tá:

Quando as aves falam com as pedras e as rãs com as águas – é de poesia que estão falando.

 Quem anda no trilho é trem de ferro. Sou água que corre entre pedras – liberdade caça jeito.

Cristo foi um dos grandes poetas do mundo – tanto que já passaram 20 séculos por cima de suas palavras e elas são vivas e reviçadas todos os dias.

A maior riqueza do homem
é a sua incompletude.
Nesse ponto sou abastado.
Palavras que me aceitam como sou – eu não aceito.

Não agüento ser apenas um sujeito que abre portas,
que puxa válvulas, que olha o relógio,
que compra pão às 6 horas da tarde,
que vai lá fora, que aponta lápis,
que vê a uva etc. etc.

Perdoai
Mas eu preciso ser Outros.
Eu penso renovar o homem usando borboletas.

Manoel de Barros

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comentários
  1. anacalabria disse:

    Linda poesia! Acho incrível com tu consegues pinçar a poesia certa para o momento!

  2. Domingos disse:

    São os seus olhos biluguita…

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