Leminski. Sexta-feira santa.

Publicado: 23/03/2012 em Poesia





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comentários
  1. EDGAR MATTOS disse:

    Leminsky me foi apresentado por Domingos. Por sua Poesia. intensa, aguda, às vezes dilacerante.Só depois, pela biografia de Toninho Vaz, conheci por inteiro a existência auto-destrutiva do “bandido que sabia latim”. Genial, multimídia, revolucionário, mito. Mas, ao contrário da boemia romântica e conservadora de Vinicius, a vida inteira – curta vida – de Leminsky foi uma completa e deliberada alucinação. O autodenominado “cachorro louco” investiu-se de corpo e alma nesse papel. E se entregou às drogas como quem cumpre uma missão. E se destruiu moral e fisicamente como um obstinado kamikase. Deixando um rastro indelével: a obra de um gênio. Poeta de ofício. Para nosso deleite. Para nossa compaixão pois, de certa forma, ele se imolou por nós. Para nos legar o que legou.

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