Soneto do amigo
Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica…
Grande Domingos! Valeu e valeu demais. Grato pelo post, pelo poema e pela amizade. Bom demais ter lugar nesse fusca pra lá de turbinado, tendo como companhia gente da melhor qualidade.
PS; sábado passado não resisti e fui a Timbu Shop comprar o manto sagrado. Camisa linda e sem patrocínios.
Então quase nos encontramos. Fucei, fucei e Daniel saiu com uma camisa, não a oficial que está os olhos da cara, mas uma até legal. A Timbushop realmente vale a pena. E o apreço não tem preço meu amigo. bom demais. Grande abraço.
Só prá assinar embaixo Domingão! Tadeu e sua elegância discreta! Coração “destamanho” !