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Para o poeta Tadeu Rocha.

Soneto do amigo

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica…

Vinicius de Moraes

Sobre Domingos Sávio

Brasil, nordeste, casado, homem, 45 a 50 anos. Alvirrubro. Poeta. Sonhador. Bancário. Pai muito feliz. Marido feliz muito. Filho orfão. Pais no céu. Que estão na terra os amigos. Nos livre do mal dos cartolas. Dos políticos nos livra o demo. Os anjos vivem no mesmo condomínio dentro de mim com meus demônios.

3 respostas »

  1. Grande Domingos! Valeu e valeu demais. Grato pelo post, pelo poema e pela amizade. Bom demais ter lugar nesse fusca pra lá de turbinado, tendo como companhia gente da melhor qualidade.

    PS; sábado passado não resisti e fui a Timbu Shop comprar o manto sagrado. Camisa linda e sem patrocínios.

  2. Então quase nos encontramos. Fucei, fucei e Daniel saiu com uma camisa, não a oficial que está os olhos da cara, mas uma até legal. A Timbushop realmente vale a pena. E o apreço não tem preço meu amigo. bom demais. Grande abraço.

  3. João Carlos

    Só prá assinar embaixo Domingão! Tadeu e sua elegância discreta! Coração “destamanho” !

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